Autogestão
Para o condomínio que administra a si mesmo.
Tudo o que uma administradora faria, transformado em processo guiado dentro da plataforma — para o condomínio conduzir a própria gestão sem depender de terceiros para saber o que fazer e quando.
- Porte típico
- 20 a 300 unidades
- Modelo de gestão
- Sem administradora contratada
- Quem opera
- Síndico, conselho e zeladoria
Síndico Profissional
Um método só, replicado em todos os seus mandatos.
Padronização é o que permite atender mais condomínios sem multiplicar o trabalho — e é o que diferencia uma proposta profissional de uma promessa de organização.
- Porte típico
- 2 a 40 condomínios
- Modelo de gestão
- Mandato profissional
- Quem opera
- Síndico e equipe de apoio
Administradoras
Mais condomínios atendidos com a mesma equipe.
O gargalo de uma administradora raramente é gestão: é atendimento. Estruturar os canais devolve capacidade à equipe sem aumentar o quadro.
- Porte típico
- A partir de 10 condomínios
- Modelo de gestão
- Administração terceirizada
- Quem opera
- Equipes de carteira, atendimento e financeiro
Imobiliárias
Administração condominial integrada à sua operação imobiliária.
Para a imobiliária, o condomínio não é um cliente isolado: é onde estão os imóveis da carteira, os proprietários e os inquilinos. A administração condominial passa a alimentar a operação, em vez de correr em paralelo.
- Porte típico
- 5 a 60 condomínios
- Modelo de gestão
- Administração dentro da imobiliária
- Quem opera
- Setor de condomínios, locação e atendimento
Construtoras e Incorporadoras
Do habite-se à primeira assembleia, sem improviso.
O período entre a entrega das chaves e a consolidação da gestão é onde a reputação do empreendimento se define. Essa fase precisa de estrutura, não de planilha improvisada.
- Porte típico
- Empreendimentos de 30 a 500 unidades
- Momento de uso
- Da pré-entrega ao fim da garantia
- Quem opera
- Pós-obra, assistência técnica e relacionamento